Depois da banca, a crise da indústria. Todos os dias chegam notícias de novas falências, despedimentos em massa, gigantes transformados em formiguinhas. O que podem (e devem) os governos fazer?Algumas respostas na Economist desta semana.
Depois da banca, a crise da indústria. Todos os dias chegam notícias de novas falências, despedimentos em massa, gigantes transformados em formiguinhas. O que podem (e devem) os governos fazer?


Esta é a fotografia vencedora do World Press Photo 2008, da autoria de Anthony Suau (para a revista Time). Retrata, na opinião do júri, a nova realidade mundial, numa época de profunda crise económica. Na sequência de uma acção de despejo, por falta de pagamento da hipoteca, um polícia entra na casa, em Cleveland, Ohio, assegurando que nenhum elemento da família permenece no seu interior.
Esta é a capa da edição americana da Time desta semana (a versão europeia fala da crise económica, em geral...). Nos EUA, o debate sobre o futuro da imprensa está aceso e nós só ganharíamos em acompanhar o passo. Neste artigo, Walter Isaacson aponta as razões pelas quais o modelo económico em que se construíram as empresas jornalísticas já não é rentável e explica porque é urgente descobrir um novo modelo, sobretudo para online. Diferente do que temos hoje, claro. Será insustentável fazer jornalismo de qualidade se ninguém o pagar...
Na manhã de domingo, nas últimas horas do cessar-fogo provisório declarado pelo Hamas e num dia decisivo para as conversações no Cairo, com vista à consolidação das tréguas com Israel, todos os palestinianos parecem ter saído à rua.
Um médico palestiniano que estudou e trabalhou em Israel passou as últimas semanas a vestir o papel de jornalista, comentando os acontecimentos em Gaza para o canal 10 israelita. Hoje, em directo, contou desesperado que a sua casa acabara de ser bombardeada, matando 3 das suas filhas, ferindo gravemente outra e vários membros da família e vizinhos. O jornalista israelita fez o que pode para ajudar e, com os seus contactos junto do exército hebraico, conseguiu que deixassem uma ambulância palestiniana levar os feridos mais graves até à fronteira e, daí, transportá-los para hospitais em Israel. O médico palestiniano também viajou com a sua filha ferida e deu uma conferência de imprensa muito emotiva, perguntando ao povo hebraico se pensam mesmo que é à custa de vida de inocentes que se constrói a paz.
As suas filhas morreram no dia em que o governo israelita se prepara para anunciar um cessar-fogo unilateral - apesar de não ter conseguido terminar com a «guerra dos rockets». Só este sábado cairam 25 foguetes do Hamas no Sul de Israel.
Esta é a primeira foto oficial do Presidente Obama. O seu autor é luso-descendente, chama-se Pete Souza e já tinha trabalhado na Casa Branca nos tempos de Ronald Reagan. Souza tem 54 anos e conheceu Obama em 2004, quando este concorria para o lugar de senador. O descendente de açoreanos era fotógrafo do Chicago Tribune (que hoje dá a notícia da sua nomeação) e, nessa qualidade, acompanhou o primeiro ano de Obama no Senado e viajou com ele ao Quénia, à África do Sul e à Rússia. No Verão passado editou um livro com muitas dessas imagens, intitulado The Rise of Barack Obama, um dos «best-sellers» do ano na lista do New York Times.