quinta-feira, 15 de outubro de 2009

leitura da semana

A nova aventura do irreverente chef britânico é... na América. A revista do New York Times segue os primeiros passos de Jamie Oliver na região metropolitana de Huntington-Ashland, a mais «doente» dos EUA, com 50% de obesos.
Uma oportunidade para desenhar o perfil do cozinheiro-missionário, que se tornou famoso aos 23 anos, com um programa de tv divertido e despretensioso, devolvendo a alegria de cozinhar a milhões de pessoas. Oliver podia ficar-se por aí, gozando a fama e o sucesso, mas quis ir mais longe. Revolucionou as refeições escolares no seu país, conseguindo que o governo investisse mil milhões de euros em almoços mais saudáveis e equilibrados; atacou a indústria de comidas processadas, incentivando-as a usar menos açúcar e gorduras; e criou um programa de apoio a jovens com problemas sociais, pagando-lhes os estudos.
Agora, quer que os americanos voltem a cozinhar - a maioria compra fast food ou comida pré-congelada... and that's it. Os resultados estão à vista: excesso de peso, problemas cardiovasculares, diabetes, etc, etc.
Não sei se Jamie Oliver terá sucesso mas esta sua nova missão, que será acompanhada pelas câmaras de tv, para um programa intitulado «Food Revolution», vai deixar seguramente as suas marcas. E a verdade é que ele tem razão: precisamos mesmo de repensar toda a forma como produzimos e confeccionamos aquilo que comemos.

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