quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Carpe diem



Quantas vezes adiamos a felicidade? No próximo ano é que vai ser: vou ter aulas de piano, fazer aquela viagem, comprar aquela mota... Vivemos a uma velocidade alucinante e, ao que parece, adiamos tudo cada vez mais - até o prazer.
É por isso que todos devíamos meditar neste artigo do New York Times. Para quê guardar, por mais um dia que seja, aquela garrafa de vinho de 1961, à espera de um momento especial? Fazemos tudo errado: na verdade, o momento especial será aquele em que a abrirmos.

2 comentários:

Carlos Eduardo Leal disse...

Olá Patrícia,
Você tem razão, ou quase. vamos lá: Você tem razão quando diz que muitas vezes guardamos desejos e não os realizamos como se fossem vinhos. Você está certíssima. Desejos envelhecem e, com o tempo, não servem mais para muita coisa. Viram vinagre. Tudo tem o seu tempo.
Mas, cuidado: a vida globalizada nos empurra (empanturra) para deglutirmos tudo que surge na nossa frente. TODOS os dias. Alguns estão ficando "obesos" em suas manias, obsessões ritualísticas em acharem que têm que fazer tudo hoje como se amanhã fosse o Apocalipse. Isto gera compulsões desenfreadas (drogas, cartões de crédito, álcool, internet, sexo, etc) em ter que fazer tudo hoje.
"Faça o seu dia", Carpe Diem, mas, não-todo. Feliz Dia Novo!
Um bj,
Carlos Eduardo
veredaspulsionais.blogspot.com

Patrícia Fonseca disse...

Tem toda a razão, Carlos! É preciso encontrar um equilíbrio, a tal conta, peso e medida certa... e não é fácil. Já Séneca dizia: «Trabalha como se vivesses para sempre; Ama como se fosses morrer hoje».
Tenha um ano cheio de boas leituras!